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Postado por
Fabrício Marques
Se você vive com o Gmail aberto, o Yoics pode funcionar como um gadget para acesso remoto com apenas um clique. Para isso, instale o software, configurando um login e uma senha para o acesso. Depois, acesse o Gmail e clique em Settings. Acesse a guia Labs e habilite a opção Add Any Gadget By URL. Passe à guia Gadgets, digite http://www.yoics.com/gadgets/ YoicsBetaGadget.xml e clique em Add.
No gadget do Yoics, tecle seu usuário e senha. É possível acessar arquivos e controlar o desktop remoto, além de visualizar as imagens de uma webcam ligada ao PC. Mas o Gmail precisa estar na versão em inglês para que você acesse essas configurações.
Fonte: Info Online
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Fabrício Marques
A Cenzic, que trabalha com segurança de aplicações na web, afirmou que 44% de todas as falhas em navegadores vêm do Mozilla Firefox.
Segundo a empresa, o segundo lugar fica com o Safari, com 35%, seguido do Internet Explorer e do Opera, com 15% e 6% respectivamente.
Os dados foram taxados como imprecisos, já que não há uma leitura da gravidade dos erros apontados. Em entrevista ao site El Register, Thomas Kristensen, CTO da Secunia, afirmou que para fazer uma comparação honesta, é preciso se aprofundar nos dados e não apenas citar números.
“A maioria dos relatórios de mídia da pesquisa realizada pela Cenzix falham por apontar a apenas a contagem das vulnerabilidades”, apontou a publicação.
O profissional da Secunia completa dizendo que uma pesquisa confiável deve incluir o tipo de vulnerabilidade, os erros de código, o impacto dos problemas, o tempo que o desenvolvedor levou para resolvê-lo e a facilidade para o usuário aplicar a solução.
Fonte: Info Online
Postado por
Fabrício Marques
Moléculas sintéticas são nova esperança no tratamento da AIDS e do câncer de próstata.
A invenção dos pesquisadores da Universidade de Yale aumenta a resposta imunológica do corpo ao vírus HIV e às células infectadas por ele, bem como às células cancerígenas.
Chamadas de ARM–H , sigla para “antibody-recruiting molecule targeting HIV”, e ARM-P (antibody-recruiting molecule targeting prostate câncer), as moléculas funcionam se ligando simultaneamente a um anticorpo já presente na corrente sanguínea e à proteínas do HIV, de células infectadas pelo vírus ou células cancerígenas.
Revestindo elas em anticorpos, as moléculas as marcam como uma ameaça e disparam a resposta imunológica do próprio corpo. No caso da ARM-H, ao se ligar às proteínas no exterior do vírus, ela ainda impede que novas células sejam infectadas.
Isso significa que ao invés de combater as patogenias as moléculas fazem o próprio corpo atuar contra elas, de formas que geralmente não acontecem no organismo pois o câncer e o HIV têm mecanismos que despistam o sistema imunológico.
Segundo o estudo publicado no Journal of the American Chemical Society, os tratamentos existentes como drogas antivirais, radiação e quimioterapia possuem muitos efeitos colaterais, são caros e não funcionam bem em casos já avançados.
Já as moléculas ARM-H e ARM-P, segundo os pesquisadores, têm estrutura simples, são baratas e, em teses, poderiam se tomadas como pílulas. Elas também têm menos chances de atacar outros processos biológicos do corpo, gerando efeitos colaterais menores.
A equipe já testou as moléculas em ratos com bons resultados, e deve prosseguir os estudos para tentar aperfeiçoar a técnica. Segundo a Organização Mundial de Saúde, o HIV é uma pandemia que afeta 33 milhões de pessoas e o câncer de próstata é o sexto tipo de câncer mais comum em homens no mundo – sendo que, nas Américas, ele está em primeiro lugar.
Fonte: InfoOnline