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Oasis - motivos para ir ao show no RS

Oasis, ícone pop desde os anos 1990, segue firme como uma das maiores bandas de rock do planeta. E depois de três passagens pelo Brasil, pela primeira vez o grupo britânico se apresenta no Rio Grande do Sul.

A trupe dos irmãos Gallagher sobe ao palco do Gigantinho às 21h de hoje (veja mais informaçõesna página central), trazendo no repertório uma pilha de sucessos e músicas do disco mais recente, o honesto Dig Out Your Soul (2008).

Com uma legião de fãs, o Oasis fará um dos shows mais aguardados do ano no Estado. Arrogância e mau humor sempre foram inerentes à banda. O curioso é que, desde 1994, quando o Oasis estourou na Inglaterra com o disco de estreia, Definitely Maybe, essa carranca virou culto.

Fãs europeus – e depois até brasileiros – trocaram de roupa, trocaram de cabelo, trocaram de postura. O mundo não presenciava, desde os americanos do Nirvana, tamanha influência de um conjunto roqueiro na estética jovem. Há quem torça o nariz para a antipatia do Oasis, mas que ela tem seu valor – e seu atrativo –, isso não há como negar.

Sucessos como Supersonic, Wonderwall, Don’t Look Back in Anger e Champagne Supernova devem estar no repertório desta noite. Todas foram tocadas – e reverenciadas pelo público – em Curitiba, no domingo, e em São Paulo, no sábado. Durante boa parte da década de 1990, o compositor Noel Gallagher foi o maior hitmaker do mundo. Nos discos mais recentes, aquela fúria grudenta dos refrãos já não é tão frequente, mas sobrevive em músicas como The Shock of the Lightning, do álbum Dig Out Your Soul.

Irmãos cara-de-mau, Liam (vocal) e Noel Gallagher (guitarra e vocal) brigam até entre si. Noel cansou de chamar o caçula de mimado e imaturo, mas as espinafradas de Liam costumam ser mais violentas. Em entrevista ao Segundo Caderno (leia na página central), ele chama Noel de “idiota miserável”. Muitos interpretam a troca de farpas entre os Gallagher como estratégia de marketing – mesmo que seja, é no mínimo divertida. No palco, essa rixa se traduz em uma distância gritante, com cada um fazendo seu show à parte.

Sgt. Pepper’s (1967), Revolver (1966) e Rubber Soul (1965), os três primeiros álbuns da “segunda fase” dos Beatles, são influências evidentes em boa parte da produção do Oasis. A obsessão pelos Fab Four já rendeu declarações absurdas.

– Eu sou a reencarnação de John Lennon. Só não sei se sou ele hoje, ou se ele era eu naquela época – disse certa vez Liam, que nasceu oito anos antes de Lennon morrer.

Dos cabelos às referências sonoras, o Oasis levará um pouco dos Fab Four para o Gigantinho. Está aí o quinto motivo para ir ao show. Afinal, quem não gosta de Beatles?

Fonte: ZeroHora

Postado por Fabrício Marques no(a) terça-feira, 12 de maio de 2009 às 13:21. Categoria: . Você pode acompanhar quaisquer respostas a esta postagem através do RSS 2.0. Fique à vontade para deixar um comentário.

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